terça-feira, julho 21, 2015

O querer




O que dói não é a dor, mas o corte;
O que mata às veze liberta;
O que ama às vezes destrói;
O que deseja é o que se quer,
Mas nem sempre se tem o que deseja,
Mas sempre se quer mais do que se tem.

E, por isso, tão cheios de querer
Às vezes nos sentimos vazios
E vazios revelamos nossa  fraqueza.

Às vezes o mais forte chora
E às vezes os mais fraco sorri ao seu destino.
No entanto, não chora e nem sorri o destino:
Ele apenas segue seu curso...
E como o correr das águas calmas de um rio
Vai refletindo a inalcançável beleza do céu.

Fabiano Silmes 

4 comentários:

Total Music Lab disse...

As vezes não gosto deste poema ... é o mesmo que as vezes gosto deste poema...
independe, lá está a poesia, juntando as águas calmas de um rio com a beleza do céu, despejadas por mãos de tormentas! Valeu por mais este movimento.

Isabela Gonçalves disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Isabela Gonçalves disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Muito bom meu caro

Ass: Carlos Orfeu