sábado, janeiro 03, 2009

Descobrindo Mário Qunitana

As portas da Academia estavam fechadas
Ao pequeno grande poeta de Alegrete,
Que em tantos versos eternizou a eternidade.
Homens sérios entre papeis e lápis na biblioteca.
Eles, definitivamente, não sabem o que fazem.
Mas deixemos todos os ressentimentos de lado
As obras que deixaste é bem maior do que isso.
Maior até do que a injustiça que fizeram contigo.
Ah! se eu pudesse voltar no tempo e mudar tudo.
Mas tu sabes que o tempo é um caminho sem volta.
(embora retornaste para espanto da crítica lerda e inútil.)
Tu meu amigo partiste mas tua lembrança permanece,
Tal como o sorriso se conserva intacto entre os lábios.
E sempre quando as tuas palavras se libertam dos livros
Os teus poemas são como mil candeeiros brilhando.
Por isso Mario perdoe...perdoe a todos...
Todos aqueles que não conseguiram ver a tua luz,
Eles não sabem...e nunca saberão o segredo do Sol.


Fabiano Silmes

2 comentários:

Lu Rosário disse...

Nós que nos perdoemos..

...Beijao.

Ricardo Imaeda disse...

mas ele chegou a muitas outras casas através de livros ou agendas...
para que chancela oficial se existe o reconhecimento dos leitores?
um grande abraço.