quarta-feira, julho 02, 2008

Horas mortas

o relógio sobre a lareira
o tempo esfria as chamas
as horas correm no vento.


Fabiano Silmes

11 comentários:

Lu Rosário disse...

...e o sentimento extasia.

Beijos.

Lu Rosário
www.sempudor.blogs.sapo.pt

Ricardo Imaeda disse...

Que bom descobrir este blog e sua instante poesia.
Um abraço.

to0t4l disse...

Muito bom, parece que o vento me trouxe bons tempos de outrora ...

abs

Diva disse...

And... Time goes by...
Bjs meus

Maria Clara Menna Barreto disse...

Olá, que legal receber o seu comentário. Adorei o seu blog! Parabéns! um abraço..

Lyndiña disse...

Horas mortas só na saudades...

Bjos ótima semana

F. Reoli disse...

Muito bom o poetrix...sempre achei que o relógio é o maior inimigo dos sentidos...
Amigão, gostaria muito de contar com um texto seu lá na minha mostra Coletivo: Kaos. Aparece por lá. Abração.

Three Love's disse...

uau...
lindo esse lugar; a poesia de vocês é muito boa mesmo.

parabéns;

Sumaya disse...

É, dizem que o mesmo tempo que cura é o tempo que mata tb...
Obrigada pela visita e volte sempre ^^

Cila & Di disse...

Obrigado pela visita ao meu canto. Gostei muito deste espaço onde há boa poesia :)
Vou voltar mais vezes!
Beijo

f@ disse...

Horas mortas…lol… é mesmo quando não há vento para acender as brasas… as paredes da lareira esmorecem… e o dlim dlão é pouco musical…
….
Sem horas cem ampulhetas sem …
cem areias apenas …
O tempo pára ampulheta que funcione pó de arroz…
lol… tou a brincar… gosto de divagar sobre o tempo
Devagar ..
bj das nuvens