sexta-feira, julho 11, 2008

Por um fio

dois pássaros distrídos
no fio de alta tensão
a morte passando por eles.

Fabiano Silmes

7 comentários:

F. Reoli disse...

Fodão... riscos que a gente as vezes nem percebe ou percebe e literalmente arrisca: a liberdade e a prisão eterna paralelamente bem desenhadas em suas palavras!
Abração

Minina disse...

ihihi!

tah d haikai!

eu adoro esse lance d poesia d repente! o poema acontece q a gente nem vê!

e se pode ateh pensar: e se o passarinho dá d ser gente? é a morte passando pela gente! e como passa! nasceu, tah morto! heheheeh


bjocona,

adorei,

té!

Cila & Di disse...

Obrigado pela visita ao meu espaço.
Tens um blog muito interessante, voltarei para ver tudo com mais calma.
Beijo

Three Love's disse...

lindo!!!

simplesmente,


b.e.i.j.o.s.

to0T@1 disse...

Bela trança de imagem, palavra e conceito. Gosto muito deste estilo.

Abs

Bia disse...

Quantas vezes não somos nós próprios esses dois pássaros?? Quantas vezes a morte, passa por nós sem repararmos, distraídos com a nossa vida?



miminhos... atrevidos!

Mario Luís Alves Antonio disse...

Adorei o seu espaço!
Palavras soltas mas profundas, sem direção mas em todas as direções...

Valeu!
Mario
Se puder me visita tb.