quinta-feira, agosto 09, 2007

Pasto num campo de moedas
a procura das quase-extintas verdes-moitas-de-grama,

mas entre as rochas da cidade, a única coisa q nasce é grana.


Que brota na rua, cai dos prédios e transita pelas calçadas,
[a]traindo homens aos montes

, que avançam abruptamente ávidos, cegos pelo macio aroma da ilusão.



Eu caço a lótus, e seu fulgor olvidado
olho dentro dos olhos
e a desenho onde não acho

,
pois não só de destino vive o homem.

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5 comentários:

Fabiano Silmes disse...

Tudo se confunde em paradoxos na cidade de pedra...grana e grama...a Lótus cresce na lama...o poeta e a poesia que a reflete...não se vê refletido na realidade dos fatos, mas ainda sim ele a ergue por sobre as dificuldades da vida e a oferece aos homens com alegria de seu coração.

Abraços

Rebeca dos Anjos disse...

Lindo, lindo, lindo!

Imagina só o que esse poema significa pra uma estudante de Economia?!

Beijo grande!

Cadinho RoCo disse...

Grama, grana e a lótus, ai a lótus entre prédios passagens janelas e o ruído da grana no verde da gana.
Cadinho RoCo

Anônimo disse...

[b][maroon]salve...
Cambada !!!!
Ai, curti muito o project...
Muitas idéias fluem das caixolas... isso é bom, mostra q a galaera veio pá mudar, veio pá mostrar q a gente tem cultura...
Música, poesia e tudo mais !!!
Bom, aqui mada o recado vinicius...
Vinnymoikanus@hotmail.com

Giselli disse...

vc descreveu perfeitamente(e perfeitamente bem!'Tá lindo!) aquilo que me incomoda aqui dentro, qdo observo o mundo.

Ps: sobre a tua visita no meu canto: volte mais vezes, volte sempre,=)

sorrisos.