sexta-feira, maio 11, 2007

A vela e a chama

O corpo da vela
Acende a alma da chama.
Quando o corpo da vela se apaga
A chama morre.
E só há entre o tempo e o espaço
O grito vazio do silêncio estático.
As nuvens brancas se perdem no azul pleno do céu,
Rios correm em direção ao mar.
O céu e o mar se unem no horizonte infinito...
E dentro de distâncias impossíveis
O arco-iris é a ilusão dos olhos.

Fabiano Silmes

4 comentários:

Lu Rosário disse...

Poxa, que perfeição de poema.

Abraços.

O empírico disse...

O arco-íris é o sonho da luz...

F. Reoli disse...

Mais do que um jogo de palavras.... um jogo entre a luz e as sombras dos sentidos...
Abração

GUSTO VIBE disse...

Bela expressão finita entre o tempo e o espaço de um silêncio estático.
Parabéns!!! É um grande poema.

Abraços...