sexta-feira, março 23, 2007

O grito,o eco e o silêncio

Partirá de mim
O não saber das coisas
Quando por fim
A morte calar meu silêncio
E meu silêncio em clamor
De voz interrompida:
Gritar à minha ausência
No espaço onde em mim
Era a minha própria presença em voz.


Fabiano Silmes

quarta-feira, março 21, 2007

Por entre ladrilhos e janelas
As ruas estão escassas de passo
O eco é o som em que me acho.
A caminhar sobre o silêncio
Me levando ladeira a baixo
À imitar o movimento mudo da lágrima
Me desfaço.


Fernando Maia/Fabiano Silmes

quinta-feira, março 01, 2007

Flores de São Miguel


Retirado do ep "Simbioses", este poema do Fabiano é um retrato fiel de sua visão existencial. Registrado Aqui na voz do próprio autor.
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