sábado, fevereiro 17, 2007

Morte de véspera

momento-erro-verdade
...
As folhas caem das árvores
O sol cai do céu
As ondas caem dos mares
As palavras no papel

Prisioneiro do devir
Chora lágrimas em cálices
Sofrendo por aquilo, que antes de partir
Já é causa de saudades

Homem aprenda a viver!
Não o futuro, mas o agora
Pois apenas com o anoitecer
Conhecemos uma nova aurora.

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...

2 comentários:

Fabiano Silmes disse...

Este poema é o claro exemplo de lirismo a flor da pele...no devir da noite a aurora...Não prescisa dizer mais nada...As possibilidades da vida vencem as dúvidas...

Parabéns

O empírico disse...

Cai o homem...

Levanta o homem